GRATIDÃO

 

Marcos Ribeiro, meu ex-companheiro e pai das minhas filhas, que me incentivou desde o começo. Em julho de 1999, ele me deu de presente de aniversário uma viagem à Holambra, Campinas e Jundiaí com direito a encher o carro com todas as suculentas que eu quisesse e que coubessem no carro.

Weber e Liliana, que me ajudaram a plantar os primeiros canteiros da estufa e que sempre acreditaram em mim e me incentivaram.  Wanda Pessoa, mulher admirável, artista nata, que sempre me incentivou. Foi a primeira a comprar meus vasinhos. Nunca me esqueço do dia em que ela foi à estufa e comprou 12 ou 15 vasos de parede, todos de Rhipsalis. 

D. Minervina, minha primeira sogra. Que figura! Uma alma indescritível. Ela fazia tudo com tanto amor, era tão amorosa com as pessoas, animais e plantas que eu queria ser 1% do que ela era. Ficar na companhia dela em silêncio era um aprendizado. Mas subir a Serra para apanhar musgo para os antúrios dela, não tinha preço.

Mônica Ribeiro, que fez um levantamento de ceramistas de BH e que foi comigo de um em um para escolher os primeiros vasos “assinados” que comprei.  Ivone e Nei, meus ceramistas craques. Tudo que eu imaginava ou sonhava eles faziam, no maior bom humor. 

Rodrigo, Toninho, Isael, Edmar, Laura, Letícia, Sérgio, Paulo, Rosinha, Reis, Aline, Fabíola, Leozinho, José Augusto, Dayanne, Janete e Rutinha, Izadora e Loyane, Ernandes e Larissa, Athos e Jussara que foram ou ainda são meus colaboradores na estufa.

Sem eles eu nada poderia. 

Padre Luciano, que nesses últimos anos esteve presente na minha vida, me escutando e me suportando nos momentos de desânimo e dificuldades. Ele é outro apaixonado pelas suculentas (e por todas as outras plantas e animais, meio São Francisco ou Menino do Dedo Verde). Nossas permutas me permitiram recuperar plantas que eu havia perdido e conseguir novas. Sua benção.  

A benção do Padre Luciano chegou na estufa, no meio de outubro ‘17, quando ele nos abençoou e honrou com sua visita. Trabalhou todos os dias, me dando uma ajuda muito preciosa na organização do trabalho do pessoal dentro da estufa. No último dia dele aqui, nos reunimos na estufa, todos os trabalhadores e ele benzeu uma água e nos benzeu e a às estufas e disse palavras que tocaram profundamente a todos nós. Muitos saíram com lágrimas nos olhos. 

Rodrigo, que retornou à casa para administrar o site e cuidar da logística de envio e controle da produção. Pena que não ficou por muito tempo. Sinto muito a falta dele.

Papai e mamãe, que sempre se orgulharam do meu trabalho.

Teresa, minha irmã, que muitas vezes me ajudou e que ainda me ajuda. 

Kênia Ribeiro, Daniela Pessoa, Maria do Carmo Moreira e todas as pessoas que “acreditaram” e comercializaram meus produtos. 

D. Jacy, minha sogra querida, companheira de todas as horas. Uma vez ela ‘encarou’ uma viagem numa Van desconfortável até alguns viveiros em SP (quase 1000km de viagem) só para me fazer companhia. 

Aos meus amigos no FaceBook e na vida, que desde que retomei o trabalho com as suculentas foram sempre carinhosos e acreditaram que ia dar certo. 

Márcia Chang, que há muitos anos falava em comprar nossas cerâmicas. Foi uma das primeiras compradoras através do FaceBook e se tornou a minha “garota propaganda”. 

Sueli Honório e Vanessa Albuquerque, de Campo Grande, que foram as primeiras compradoras através do FaceBook. Valeu meninas. 

Márcia e Beatriz Vuelta, Ritinha, Eliete e Virgínia, Tânia Takasaki, Tania Campos, Luiza Gomes, Marlon, Ariane, Alice, Viviane(primeira visita), Luiza Ferreira, Pre, Graciela, Vera, Cristina, Carolina, Márcio e Alê (in memorian), Leo, Jarlene, Aninha Claudia, Maria Inês, Jussara, Yuiti, André Emmer e família, Leopoldina, Vinicius, Francisco Iturralde e Milagros, Francisco e Luciana, Silvana, Vanessa, Kakati, Elzi e Eugênio, Gui, Leo Gonzales, Carmem Nery, Cícero Francisco, e todos os demais que terão minha gratidão eterna, apesar do nome estar invisível aqui. 

Finalmente, Luísa e Maria, minhas filhas, hoje minhas sócias no negócio, que tiveram muita paciência, tendo que me chamar várias vezes para ir almoçar, quando eu estava plantando vasos na estufa e me distraía com o tempo.

Com meus olhos, e meu coração eu vejo Deus de manhã, quando eu acordo, no céu, na terra na água e no sol.  Lembro das minhas filhas seguindo seus caminhos, com saúde, desafios e dificuldades, mas com coragem e determinação. E Deus está ali com elas. Lembro dos meus pais que estão no céu. E Deus está ali com eles.
Tomo meu café com pão e Deus está ali naquela pequena refeição. Vou para a roça, e quando entro na estufa e vejo tantas maravilhas sinto uma sensação indescritível. É muita maravilha meu Deus! Como podem ser tão coloridas, ter formas tão diferentes. Às vezes ele capricha e faz umas pintadinhas. Igual tem as pessoas sardentinhas. Essas são especialmente graciosas. E aquelas que ficam avermelhadas, como as pessoas bronzeadas na praia. Tem coisa mais linda? Eu não me canso de admirar.

Senhor, obrigada.

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